sexta-feira, 13 de abril de 2018

Nando Moura o rugidor brincante





Nobilíssimo leitor. O sapientíssimo mestre da galiléia advertiu-nos: “Sede quais serpentes!” Logo, há de se ter cuidado em identificar o rugido autêntico de um leão. Já existem muitos burrinhos vestidos na pele de majestoso animal que são rugidores brincantes (caras de pau).
É o caso do vociferador Nando Moura. Um tipo de pseudoviril atrás da capa; a tela de seu computador. Na verdade, amiguinhos e amiguinhas, esse rapaz é um padecido de fome. O que ele mais odeia nas pessoas, ou seja, o que ele critica, o motivo se dá porque essas comem o que querem e quando querem, viajam para onde querem na hora que querem, fazem o que querem porque possuem dinheiro, fama, e ele, um músico medíocre, inexpressivo, um pseudointelectual, morga na inveja despossuída.
Um marmanjo de vontades infantilizadas que transparecem em seus chistes e trejeitos diante de uma audiência de animaizinhos amedrontados de pensar. Diante de uma audiência de bichinhos boquiabertos com o asno vociferador e lambedor de feridas sequioso das migalhas que lhe sobram a fim de matar sua chaga incurável: a inveja.
É fácil ver esse Antonio Saliere morder-se de inveja diante dos que conseguiram fama no cenário fonográfico e visual, em especial a nova mídia.
Não se faz mais polemistas como antigamente. Polemistas tais quais Voltaire (que não era ateu), Montaigne, dentre outros. A lista de polemistas na história é absurda. Tantos polemistas liberais quanto polemistas cristãos. Mas que tipo de polemista é o nosso asno com pseudajujubinha (trocadilho para juba) Idêntico o da fábula de Esopo?
Esse caricato de Víctor Lustig tem vendido aquilo que não tem; conhecimento. Para usar legitimamente a capa de um leão há de se aplicar força hercúlea. Um intelectual autêntico aplica essa energia que lhe é característica.
Infelizmente esse Nando Moura é mais uma caricatura patética num país que não para de produzir personagens dignos de fábulas que ensinam o que não se deve fazer e o que não se deve ser. Trágico. 

O Martelo



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