Nobilíssimo
leitor. O sapientíssimo mestre da galiléia advertiu-nos: “Sede quais serpentes!” Logo, há de se ter cuidado em identificar o rugido autêntico de um leão. Já existem
muitos burrinhos vestidos na pele de majestoso animal que são rugidores brincantes
(caras de pau).
É
o caso do vociferador Nando Moura. Um tipo de pseudoviril atrás da capa; a
tela de seu computador. Na verdade, amiguinhos e amiguinhas, esse rapaz é um
padecido de fome. O que ele mais odeia nas pessoas, ou seja, o que ele critica, o motivo se dá porque essas comem
o que querem e quando querem, viajam para onde querem na hora que querem, fazem
o que querem porque possuem dinheiro, fama, e ele, um músico medíocre, inexpressivo,
um pseudointelectual, morga na inveja despossuída.
Um
marmanjo de vontades infantilizadas que transparecem em seus chistes e
trejeitos diante de uma audiência de animaizinhos amedrontados de pensar. Diante
de uma audiência de bichinhos boquiabertos com o asno vociferador e lambedor de
feridas sequioso das migalhas que lhe sobram a fim de matar sua chaga
incurável: a inveja.
É
fácil ver esse Antonio Saliere morder-se de inveja diante dos que conseguiram fama
no cenário fonográfico e visual, em especial a nova mídia.
Não
se faz mais polemistas como antigamente. Polemistas tais quais Voltaire (que
não era ateu), Montaigne, dentre outros. A lista de polemistas na história é
absurda. Tantos polemistas liberais quanto polemistas cristãos. Mas que tipo de
polemista é o nosso asno com pseudajujubinha (trocadilho para juba) Idêntico o
da fábula de Esopo?
Esse
caricato de Víctor Lustig tem vendido aquilo que não tem; conhecimento. Para
usar legitimamente a capa de um leão há de se aplicar força hercúlea. Um
intelectual autêntico aplica essa energia que lhe é característica.
Infelizmente esse Nando Moura é mais uma caricatura patética num país que não para de produzir
personagens dignos de fábulas que ensinam o que não se deve fazer e o que não
se deve ser. Trágico.
O Martelo
